Belo Horizonte conquistou mais um reconhecimento internacional no turismo. A capital mineira foi premiada no 3º Prêmio Ibero-americano de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI), realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, durante o Fórum Internacional de Destinos Inteligentes 2026. A cidade venceu na categoria Sustentabilidade Ambiental com o projeto Sustentabilidade Ambiental no Carnaval de Belo Horizonte 2026.
O projeto que levou BH ao pódio
Escolhido por votação popular, o projeto ganhou o prêmio por integrar preservação ambiental à logística de um dos maiores eventos populares do Brasil. Entre as iniciativas de destaque estão a neutralização da pegada de carbono e o programa ReciclaBelô, que mobilizou cerca de 500 catadores e atingiu a marca recorde de 51,7 toneladas de materiais recicláveis coletados durante o Carnaval. O programa também ofereceu infraestrutura e suporte financeiro para cooperativas e associações de catadores.
Certificado de Destino Turístico Inteligente
Além do prêmio na categoria de sustentabilidade, Belo Horizonte recebeu o certificado oficial de Reconhecimento pelo Compromisso com o Modelo de Destinos Turísticos Inteligentes, concedido pela Rede Ibero-americana de DTI. A certificação reconhece o alinhamento da cidade com padrões internacionais de turismo inovador, sustentável e em evolução contínua.
Para o presidente da Belotur, Eduardo Cruvinel, o prêmio valida o planejamento estratégico realizado nos últimos anos e projeta BH em um novo patamar competitivo no turismo global:
“Este prêmio é o reflexo de um compromisso inegociável de Belo Horizonte com o futuro. Ser reconhecido na categoria de Sustentabilidade Ambiental em um evento da magnitude do nosso Carnaval prova que é possível aliar cultura, desenvolvimento econômico e respeito ao meio ambiente.”
Inclusão social no Carnaval: escola para filhos de trabalhadores
A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, também concorreu na categoria Inclusão e Sustentabilidade Social com o projeto Escola no Carnaval: Onde o Cuidado Faz a Festa. A iniciativa disponibilizou 150 vagas em escola municipal para crianças de 4 a 11 anos, filhas de ambulantes e catadores que trabalhavam durante a festa. Enquanto os pais exerciam suas atividades, as crianças tinham acesso a acolhimento, alimentação e atividades lúdicas.
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