Colônia de Sacramento: un "viaje lento” en Uruguay

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Ao caminhar pelas calles de Colônia de Sacramento, não tenha pressa!

Sabe aqueles destinos que causam um efeito instantâneo em você? Colônia de Sacramento é um deles. Ao pisar nas calles da cidade histórica uruguaia você desacelera, escuta o som dos pássaros, a brisa no rosto, faz carinho nos perros que andam livres pelas ruas e ainda vai descobrindo lugares, pessoas e muitas histórias!

Comigo foi assim, não apenas estava absorvendo e aprendendo com a história dos mais de 300 anos da fundação da cidade como também ouvindo as histórias do simpático dono da pousada em que me hospedei, dos amigos viajantes que conheci no bar e do casal aventureiro que encontrei na recepção da hospedagem.

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Assim, meio sem saber, me entreguei ao slow travel, ou “viaje lento”, um movimento que vem crescendo no mundo todo difundindo a ideia de desfrutar a viagem mirando na qualidade ao invés da quantidade de experiências de um roteiro. Quem aí nunca teve que correr pra tirar fotos e conhecer uma atração turística em 15 minutos para poder cumprir a enorme lista de atrativos de um destino? Pois bem, é essa “ânsia de conhecer tudo e não desfrutar de nada” que os adeptos do turismo slow querem combater! Achei ótimo e já virei adepta também!

E Colônia (diria que até o Uruguai inteiro) é praticamente sinônimo deste turismo lento. Exatamente no bom sentido desta expressão. Não estou falando de atendimento demorado, mas sim de um ritmo de vida tranquilo, de segurança e, principalmente, de saber apreciar as boas coisas da vida.

Com todas essas características, Colônia é uma cidade que abraça todos os tipos de viajantes: tanto mulheres que, como eu, viajam sozinhas, como amigos buscando descanso em meio a natureza, casais querendo ambientes agradáveis e românticos, famílias que prezam por segurança e comodidade…

Minha primeira visita a cidade, em 2018, foi num passeio que durou apenas uma tarde. Fiquei com o gostinho de quero mais. Se você já foi pra lá nessa passagem rápida, certamente sentiu o mesmo. É o que os comerciantes locais mais escutam dos turistas por lá: “li que poderia conhecer a cidade em uma tarde, mas deveria ter me programado pra ficar mais tempo”!

Minha sorte é que eu moro perto, em Porto Alegre, a uma noite de viagem de ônibus ou menos ainda por via aérea. Então pude saciar esta vontade de voltar e poder aproveitar Colônia como ela merece: tranquilamente.

Meu roteiro de 3 dias por Colônia de Sacramento:

Dia 1 – Cheguei a Colônia de ônibus, saindo de Montevidéu, via empresa Turil. No site deles vocês podem conferir as rotas e horários. Já era de tarde quando me instalei na La Posadita de La Plaza, uma grata surpresa em pleno centro histórico! 

A pousada criada pelo fotógrafo portoalegrensse Eduardo Alvares há 5 anos é cheia de personalidade e a hospitalidade dedicada aos clientes é excepcional. Foi com as dicas do Eduardo que busquei os melhores lugares para as refeições.

Depois de uma boa conversa com ele e de aproveitar o clima da pousada pra descansar um pouco, saí pra apreciar o Pôr do Sol. Escolhi sair um pouco do centrinho histórico e percorrer a rambla de Colônia, que ainda não conhecia. Cheguei até a Playa Urbana Las Delícias, uma praia pequena, cheia de banhistas, com vista privilegiada para o espetáculo do Pôr do Sol.

Na volta, já perto de 21h, fui em busca de um local para jantar. As opções estavam mais restritas pois era segunda-feira e muitos restaurantes fecham neste dia. Escolhi então uma cervejaria indicada pelo Eduardo, a Barbot, que estava bem movimentada, com mesinhas na calçada e tinha no cardápio diversas opções de comida, além de uma gama de chopes artesanais colonienses. Depois da degustação, voltei ao hotel para dormir.

Dia 2 – No segundo dia, ao acordar, aproveitei o belo café da manhã na pousada. Cheirinho de café passado, pãezinhos e medialunas fresquinhas saindo da cozinha diretamente para as mesas dos hóspedes. Na Posadita o desayuno inicia às 8h30min e não tem hora pra acabar…

Ainda de manhã aproveitei pra sentar na recepção da pousada e trabalhar um pouco observando a chuva que caía do lado de fora. A vista era para a Plaza Mayor – praça principal de Colônia.

O almoço foi na A La Pipetuá, um charmoso restaurante bem próximo ao Farol de Colônia. E de lá segui percorrendo o centro histórico com os amigos catarinenses que conheci na noite anterior, no Barbot. Boas conversas acompanhadas de um mate enquanto o Sol voltava a aparecer e a chuva deu trégua. 

Ao parar na Posadita pra encher a térmica de água quente conhecemos um casal brasileiro iniciando seu tour pela América Latina. Depois iríamos nos reencontrar na sorveteria Papito e sentados nas mesas da calçada, embaixo da sombra das árvores ficamos conversando por horas. 

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A tarde passou devagar, como deve ser, rendeu diversas fotos, muitas histórias e outra caminhada até o Pôr do Sol. Já que havíamos passado a tarde inteira pela parte central da cidade, escolhi voltar à mesma praia do dia anterior, pisar na areia e ali aguardar a entrada da noite.

Para jantar decidimos nos reunir na Napo, pizzaria napolitana conhecida como o melhor custo-benefício de Colônia! Comprovamos que realmente a pizza é muito saborosa e frente aos valores salgados do Uruguai, a refeição lá vale muito a pena! E ainda provamos outros chopes muito bons. 

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Dia 3 – Novamente uma manhã chuvosa que estendeu o tempo da degustação do café da manhã. Além de mim, um casal australiano e uma viajante norte-americana também curtiam a hospedagem na Posadita. 

Este dia aproveitei pela metade, já que era meu retorno a Montevidéu e, em seguida, ao Brasil. Parei para lanchar no Freddo, cafeteria e sorveteria argentina famosa que está espalhada também pelo Uruguai. 

Me sentei com o notebook numa das mesinhas nas calçadas centenárias e aproveitei o resto do meu tempo trabalhando e observando o ritmo tranquilo.

Segui para o terminal de ônibus a pé. Esta foi minha única forma de deslocamento no tempo que passei lá. Se você vai de carro, pode aproveitar para deixá-lo estacionado e economizar gasolina enquanto exercita seu corpo e se permite entrar em pequenas ruelas, andar mais devagar para ler as placas e os azulejos que informam datas e histórias de moradores de outros tempos.

CONFIRA A GALERIA DE FOTOS:


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